As ações de combate ao mosquito aedes aegypti acontecerão nas salas de aula, no parque de lazer da escola especializada e no auditório da instituição, com uma palestra e mesa de debates envolvendo todas as informações a respeito da dengue, que já é uma epidemia no país, e a melhor forma de combatê-la.
Durante os períodos da manhã e da tarde dos dias 13 e 14, funcionários do Departamento de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses da Prefeitura de Niterói vão realizar uma gincana com alunos do Centro Experimental Helena Antipoff, a partir da contação da história do casal Ed e Gigi, representando os mosquitos macho e fêmea. Em seguida, agentes do Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura, acompanhados por alunos, professores e coordenadores, percorrerão setores da Pestalozzi para identificarem possíveis focos do aedes aegypti, transmissor da dengue.
Com uma maquete reproduzindo um ambiente residencial, os agentes vão mostrar aos alunos da Pestalozzi as maneiras “correta” e “errada” para o combate aos focos do mosquito.
No dia 19 de março, às 11 horas, no auditório da Pestalozzi de Niterói, alunos, funcionários, usuários e seus familiares poderão participar da palestra dos agentes sanitários Patrícia de Oliveira Batista e Delcir Domingos.
Eles falarão sobre prevenção à dengue, formas de tratamento, como combater o mosquito e a iniciativa da Fiocruz que usa fêmeas do mosquito inoculadas com a bactéria Wolbachia, que interrompe o ciclo de transmissão da dengue e que já estão presentes em 100% dos bairros de Niterói.
Patrícia lembra que apenas com a união de esforços será possível interromper o ciclo de crescimento da dengue no país. “Instituições como a Pestalozzi – que agrega um grupo grande de pessoas circulando diariamente em busca de seus serviços – são importantes para disseminar informações que possam conscientizar um número cada vez maior de pessoas sobre o combate ao mosquito, que é transmissor não só da dengue, como também da zika e da chikungunya”, diz a agente sanitária.
Representante da Pestalozzi na campanha contra a dengue e responsável pela organização do evento, a enfermeira Ticiane Rocha destaca: “A Pestalozzi sempre está aberta a promover ações como esta que estamos programando com o apoio de órgãos públicos. Conscientizar a nossa comunidade é fundamental para vencermos o que considero uma guerra”.
O manequim será usado pela equipe técnica durante as visitas que pacientes fazem à Oficina de Órtese e Prótese para se adaptar à prótese que é oferecida pela Pestalozzi de Niterói via Sistema Único de Saúde.
“A cada ano estamos ampliando o número de cidades que podem requerer aqui na Pestalozzi equipamentos de órtese e prótese. Aumentamos muito o recebimento de pacientes que perderam um dos membros inferiores, seja por acidente ou por questões de saúde, como diabetes. O enfaixamento correto do membro amputado é essencial para uma boa adaptação do paciente à prótese”, diz Ana Paula Ferreira, coordenadora da oficina.
O modelo que a equipe da oficina está desenvolvendo vai ser usado também pelo Centro de Atendimento de Amputados, mantido pela instituição, que solicitou a confecção do manequim.
Fisioterapeuta do setor de Reabilitação de Amputados da Pestalozzi, Alessandra Neves explica que o modelo será muito útil para os pacientes atendidos ali. “Sugerimos à Oficina da Pestalozzi a confecção desse manequim. O resultado ficou ótimo e facilitará muito o entendimento do paciente e de seus familiares sobre como enfaixar de forma correta o coto. Poderemos usar este exemplo até para auxiliar fisioterapeutas que trabalham nas prefeituras atendidas pela nossa oficina”, destaca Alessandra.
“Ficamos felizes porque no dia 19 de fevereiro, quando as aulas tiveram início, todos os 104 alunos que fizeram a matrícula compareceram. Não houve uma só desistência, o que comprova não só o interesse deles em compartilhar conhecimento, como o nosso orgulho em saber que estamos oferecendo um trabalho de qualidade”, enfatiza Lillian Nascimento, coordenadora do Centro Experimental Helena Antipoff, a escola especializada da instituição.
CENSO EDUCACIONAL
Divulgado este mês pelo Ministério da Educação, o Censo Escolar traçou o perfil de 180 mil escolas públicas e privadas existentes no país e mostrou que mais de 1,3 milhão de estudantes não tem acesso à água potável em seus colégios. A mostra é um retrato dos desafios que o país ainda tem que enfrentar para oferecer uma educação digna e de qualidade para a sua população.
Na avaliação das escolas do país, através de uma ferramenta criada pelo Jornal O Globo para medir a porcentagem de infraestrutura das escolas brasileiras, o Centro Experimental Helena Antipoff, a escola especializada da Pestalozzi, preencheu 81% dos itens avaliados, ficando acima da média de escolas públicas e de iniciativas filantrópicas.
A Escola da Pestalozzi pontuou positivamente por apresentar, além de salas de aula adaptadas, laboratório de informática, sala de leitura e de artes, ginásio de esportes, além de banda larga e internet para aprendizagem, entre outros itens que constam na avaliação.
“Estamos sempre em busca de avaliarmos nosso trabalho, mas esta pontuação nos orgulha. Sabemos do trabalho árduo que nossos profissionais têm e todas as dificuldades para oferecer um ensino de qualidade para aqueles que nos procuram”, explica Lillian Nascimento.
Renata Cherene (à direita) e a autodefensora Alessandra Pacheco Alessandra Pacheco
O convite foi feito pela presidente da Federação, Ester Pacheco, à direção da Pestalozzi de Niterói, que indicou Renata Cherene para representá-la na Coordenação Estadual de Autodefensores.
“Renata vem se destacando em iniciativas junto aos autodefensores da nossa Pestalozzi, estimulando os jovens a participarem dos movimentos criados pela representação nacional. Por isso, acredito que ela poderá contribuir bastante para o fortalecimento deste movimento aqui no Estado do Rio”, destaca Jussara da Silva Freitas, presidente da Pestalozzi de Niterói.
No ofício enviado à direção da Pestalozzi de Niterói, a presidente da Fenapestalozzi, Ester Pacheco, destaca o trabalho realizado pela Federação no fortalecimento do movimento de autodefensores. Lembra, ainda, que a Fenapestalozzi representa atualmente mais de 180 organizações instaladas em 20 estados brasileiros de cada uma das cinco regiões do país.
A criação do novo canal de atendimento pelo WhatsApp vai de encontro à preferência de muitos usuários que preferem a comunicação pelo aplicativo. O telefone (21)2199-4400 também continuará prestando atendimento e comunicação com todos os ramais da Pestalozzi.
“Criamos este mecanismo de interação com os usuários depois de uma pesquisa interna que fizemos. Identificamos que a maioria tem mais facilidade em usar o aplicativo de mensagem para se comunicar. Também verificamos uma demanda de usuários com dificuldades no atendimento via telefone”, explica Marcello Pacheco, coordenador administrativo da Pestalozzi.
Especialista na área de tecnologia e inovação, ele lembra que o avanço da tecnologia leva os usuários a se adaptarem a uma nova realidade e o WhatsApp é hoje a forma de interatividade mais usada no Brasil.
“Todo mundo hoje usa o aplicativo para se comunicar. Por isso, resolvemos abrir mais este canal de atendimento. Nos primeiros dias, verificamos que ele agiliza o nosso trabalho e é um facilitador tanto para quem nos procura, quanto para os nossos colaboradores”, conclui Pacheco.
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